ultimas noticias : 25/03/07
Pesquisa Afirma Que Brasil é o 3º mercado de PCs no Mundo!!!
e tambem:79% da população nunca acessou a Internet
fonte:(www.terra.com.br)
Vendas crescem e Brasil é 3º mercado de PCs no mundo!
Pesquisa da IDC Brasil informa que foram vendidos 7.046.000 computadores no Brasil em 2006, entre desktops e notebooks, um crescimento de 28,2% sobre as vendas de 2005. Os dados mostram que o Brasil é o terceiro maior mercado de PCs (desktops) no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China e na frente de países como Japão, Rússia e Índia. As vendas de notebooks cresceram 96,4%, graças, principalmente, à queda dos preços e às facilidades de financiamento.
Mesmo assim, diz a IDC, os notebooks ainda ocupam pequena parcela no universo dos PCs - 7,7%. "Foi interessante verificar que o notebook, antes um produto considerado de elite e corporativo, já virou commodity, podendo ser encontrado am qualquer loja de varejo. No ano passado, o notebook foi o escolhido nas compras do segundo micro, seja pela questão de mobilidade como de funcionalidade, espaço, etc", diz Reinaldo Sakis, analista sênior de PCs e Monitores da IDC Brasil. Do total de máquinas vendidas em 2006, 6.506.000 são desktops e 540 mil são notebooks.
Mercado cinza
O mercado cinza (computadores ilegais) continua em curva descendente. Este mercado ilegal chegou, em 2004, a 76%. Caiu pra 69% em 2005 e, em 2006 diminuiu ainda mais, chegando à marca de 50,8%. "O aumento de fabricantes locais, a estabilidade da moeda, os incentivos ficais e a facilidade no financiamento são os principais motivos para esta queda. Obviamente, uma ação mais expressiva da polícia federal nas fronteiras inibindo a importação ilegal também teve sua importância", diz Sakis. A diversidade de marcas disponíveis no mercado e a ampla variedade de formas de pagamento também têm importância na queda da participação do mercado cinza no País.
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IBGE: 79% da população nunca acessou a Internet
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios sobre acesso a Internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal, realizada pelo IBGE, mostrou que 79% da população nunca acessou a Internet. Apenas 21% (ou 32,1 milhões) entrou pelo menos uma vez na Internet em algum local.
Dentre os 32,1 milhões de pessoas que acessaram em 2005, a maior parte era de homens (16,2 milhões), tinha entre 30 a 39 anos (5,8 milhões), 13,9 milhões eram estudantes, 20 milhões integravam a população ocupada e 4,2 milhões era de trabalhadores de serviços administrativos.
Segundo a pesquisa, os internautas tinham em média 28 anos de idade, 10,7 anos de estudo e um rendimento médio mensal domiciliar per capita de R$ 1.000. Além disso, metade dos internautas utilizou a rede no domicílio em que morava e 39,7% em seu local de trabalho. A conexão discada à Internet mostrou-se mais difundida que a banda larga.
Distrito Federal tem o dobro do percentual nacional de internautas
Segundo a pesquisa, os percentuais de pessoas que acessaram a rede nas regiões Norte (12,%) e Nordeste (11,9%) foram inferiores aos verificados nas regiões Sudeste (26,3%), Sul (25,6%) e Centro-Oeste (23,4%). O maior percentual de internautas foi encontrado no Distrito Federal (41,1%), seguido por São Paulo (29,9%) e Santa Catarina (29,4%). Os menores valores foram os de Alagoas (7,6%) e Maranhão (7,7%).
Jovens de 15 a 17 anos acessam mais
A pesquisa verificou que a utilização da Internet estava mais concentrada nos grupos etários mais jovens. Na população de 15 a 17 anos de idade, 33,9% das pessoas acessaram essa rede. Esse percentual foi caindo com o aumento da faixa de idade, atingindo 7,3% nas pessoas de 50 anos ou mais. A proporção de pessoas que acessaram a Internet no grupo etário de 10 a 14 anos (24,4%), ficou acima daqueles das idades a partir de 30 anos, tanto na parcela feminina como na masculina.
Metade dos internautas acessa de casa
O levantamento mostrou que 52,4% dos internautas utiliza mais de um local para se conectar. No total de pessoas que utilizaram a Internet, metade (16,1 milhões) acessou no domicílio em que morava e 39,7% em seu local de trabalho. O uso da Internet em centro público de acesso gratuito foi o que apresentou o menor percentual (10%), representando menos da metade do referente à utilização em centro público de acesso pago (21,9%). O acesso em estabelecimento de ensino atingiu 25,7%.
Confrontando os resultados por sexo, verificou-se que, na população masculina, as proporções de internautas no local de trabalho (43,5%) e em centro público de acesso pago (24,1%) foram mais altas que as do contingente feminino (35,8% e 19,6%, respectivamente). Por outro lado, o percentual de mulheres usuárias da Internet que a utilizam em estabelecimento de ensino (27,8%) ultrapassou o dos homens (23,6%).
Falta de computador é o principal motivo para não utilizar a rede
A falta de computador é o principal motivo alegado pelas pessoas que não utilizam a Internet (37,2%). Entre os estudantes, aproximadamente metade deles (50,6%) não acessaram a rede por esta razão. A parcela das pessoas que não usaram a Internet por não acharem necessário ou por não quererem ficou em 20,9% e a das que não sabiam utilizar a rede, em 20,5%.
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